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Decisões em SAÚDE precisam incluir quem mais IMPORTA!

O Instituto Colabore com o Futuro nasce com uma missão clara: garantir que as decisões em saúde no Brasil não sejam tomadas sem a participação de quem vive essa realidade.

Criado a partir da experiência e da trajetória da Colabore com o Futuro, o Instituto surge para ampliar esse impacto e fortalecer a participação da sociedade nas discussões que moldam políticas públicas e o acesso à saúde no país.

Ao longo dos últimos anos, a Colabore ajudou a mobilizar pessoas, produzir conhecimento e abrir espaços para que pacientes e cidadãos fossem ouvidos. O Instituto nasce desse caminho, mas dá um passo além.

Como organização da sociedade civil, o Instituto Colabore com o Futuro atua para informar, mobilizar e ocupar espaços de decisão como representante da sociedade civil, contribuindo para decisões mais justas, transparentes e conectadas com a vida real da população.

Porque decisões em saúde acontecem todos os dias.
E elas precisam incluir quem mais importa - VOCÊ!

conheça o instituto

Nossa

missão

O futuro que

queremos ver

Garantir que decisões em saúde no Brasil não aconteçam sem a participação de quem vive essa realidade.

Um país onde pacientes e cidadãos fazem parte das decisões que impactam suas vidas.

Como

trabalhamos

Participação real

Informação acessível

Representação responsável

Colaboração entre setores

Foco em impacto

quem faz o instituto colabore

participação social

Carolina Cohen

Presidente e Associada Fundadora

"Meu sonho é que nenhum brasileiro se sinta abandonado quando o assunto é saúde. Trabalhamos intensamente para que todos tenham acesso ao tratamento adequado e que se sintam acolhidos pelo sistema."

participação social

Andrea Bento

Secretária e Associada Fundadora

"Meu pai não resistiu ao linfoma. Mas, hoje os tratamentos são muito mais eficazes do que naquela época, e quem tem acesso adequado à saúde pode ter ótimas experiências. Quero garantir que ninguém precise passar pelo sofrimento que eu passei."

participação social

Soraya Araujo

"Quando eu tive linfoma, o tratamento que eu precisava não estava disponível no SUS. Sei o desafio que é precisar se tratar de forma urgente para uma doença que não espera e não ter acesso, e quero criar políticas para que outras pessoas não precisem mais passar por isso.!

Associada Fundadora

participação social

VOCÊ

Vivências e necessidades da sociedade

Para colaborarmos com as políticas de saúde do Brasil, ouvimos a voz de:

 

1. Cidadão e usuário dos serviços de saúde.

2. Entidades/ONGs – representam grupos organizados por doença e necessidades em saúde

3. Empresas – possuem os tratamentos, exames e procedimentos necessários para ampliar a qualidade de vida e sobrevida dos pacientes.

4. Governo – decidem sobre o uso dos serviços.

5. Imprensa – ajudam a levar a informação e sensibilizar.

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